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,14/03/2026

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    Melissa Said é solta após 15 dias presa

    Influenciadora segue investigada e está proibida de usar o Instagram e outras redes sociais por determinação judicial


    Melissa Said é solta após 15 dias presa Influenciadora não pode usar Instagram | Reprodução/Instagram/@melissasaid

    A criadora de conteúdo canábico Melissa Said, investigada por suposta incitação ao consumo de maconha e participação em um esquema de transporte de substâncias, deixou a prisão nesta sexta-feira (7) depois de permanecer detida por 15 dias. A libertação ocorreu após a Justiça baiana impor um conjunto de medidas restritivas, substituindo a custódia preventiva.

    Medidas impostas pela Justiça

    De acordo com informações obtidas pela TV Bahia, o Ministério Público estadual havia sugerido que a influenciadora fosse liberada com monitoramento eletrônico. O magistrado responsável pelo caso, porém, optou apenas por proibir que ela continue produzindo ou divulgando conteúdos que façam referência positiva ao uso de maconha.


    Influenciadora está proibida de usar o Instagram enquanto responde às investigações (Reprodução/Instagram/@melissasaid)


    A soltura foi autorizada mediante o cumprimento de determinações como manter o endereço informado às autoridades, apresentar-se ao Judiciário a cada dois meses, evitar locais associados ao comércio de drogas e não se ausentar de Salvador por mais de dez dias. Além disso, Melissa está impedida de acessar plataformas como Instagram, Facebook, TikTok, X e YouTube, bem como de abrir novos perfis, direta ou indiretamente.

    A detenção ocorreu em 23 de outubro, quando policiais a localizaram na residência de uma amiga. Dois dias depois, ela passou por audiência de custódia, que manteve sua prisão. Em 28 de outubro, Melissa foi encaminhada ao presídio feminino da Mata Escura, onde permaneceu até receber a decisão de sexta-feira.

    Operação policial e acusações em investigação

    A influenciadora foi uma das alvos de uma operação da Polícia Civil contra o transporte interestadual de substâncias. Segundo o delegado Ernandes Júnior, diretor do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc), além de promover publicações relacionadas ao consumo de maconha, ela teria função de articulação dentro de um grupo que movimentava entorpecentes entre a Bahia e São Paulo. O delegado citou até um episódio em que Melissa teria distribuído pequenas porções da droga no período natalino como forma de autopromoção.

    Ao ser detida, Melissa negou envolvimento com tráfico e afirmou que não acredita que pessoas devam ser encarceradas por consumirem cannabis. O advogado que a representa foi procurado, mas não respondeu aos questionamentos até o fechamento do texto.

    A operação, desencadeada em 22 de outubro, cumpriu mandados de busca, apreensão e prisão em Salvador, Lauro de Freitas e São Paulo. Quatro pessoas foram presas temporariamente, incluindo duas na capital paulista, uma delas também autuada em flagrante. Melissa permaneceu foragida até ser encontrada em Itapuã, na capital baiana, e levada posteriormente ao Denarc, onde passou por audiência de custódia.




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