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,04/02/2026

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    Cidade dos EUA recebe onda de reclamações por forte cheiro de maconha

    Moradores de Rock Hill, no Missouri, relatam odor persistente vindo de centro de cultivo; autoridades investigam se empresa cumpre regras ambientais

    Daily Mail
    Cidade dos EUA recebe onda de reclamações por forte cheiro de maconha Instalação da Proper Brands no distrito industrial é alvo de queixas por odor de maconha | Reprodução/Daily Mail

    Moradores de Rock Hill, cidade com cerca de 4,7 mil habitantes na região metropolitana de St. Louis, passaram a registrar um volume crescente de reclamações sobre o cheiro de maconha espalhado pela cidade. Entre abril e dezembro de 2025, a prefeitura contabilizou 99 queixas formais relacionadas ao odor, número considerado atípico pelas autoridades locais.

    O administrador municipal Garrett Schlett afirmou ao St. Louis Post-Dispatch que o aumento das reclamações chamou a atenção do poder público e passou a demandar medidas administrativas específicas para lidar com o problema.

    Explosão de reclamações após expansão do mercado legal

    O estado do Missouri autorizou o uso medicinal da maconha em 2018 e liberou o uso recreativo em 2022, o que impulsionou a expansão do mercado legal. Em cidades menores, como Rock Hill, a chegada de estruturas industriais ligadas ao setor passou a gerar impactos diretos na rotina urbana. 

    Em 2021, a empresa Proper Brands inaugurou um centro de cultivo e fabricação de produtos à base de maconha no distrito industrial do município. O galpão, com aproximadamente 5,5 mil metros quadrados, concentra o cultivo das plantas e o processamento de derivados. 


    Prefeitura

    Cheiro vindo de centro de cultivo é sentido até na sede do poder público municipal (Reprodução/Google)


    Segundo Schlett, em determinados dias o cheiro de maconha é perceptível até na sede da prefeitura, localizada a cerca de 800 metros da instalação. Há registros de reclamações vindas de condomínios residenciais e áreas de lazer situadas a mais de um quilômetro do local.

    Empresa admite dispersão do odor, mas descarta riscos à saúde

    O CEO da Proper Brands, John Pennington, reconheceu que o odor da maconha pode escapar do galpão durante a abertura das portas, sendo carregado pelo vento. Segundo ele, o cheiro não traz riscos à saúde e não pode ser eliminado completamente, por se tratar de uma característica natural da planta.

    Diante das queixas, a prefeitura criou um canal exclusivo para denúncias sobre cheiro de maconha, enquanto o Missouri Department of Health and Senior Services passou a avaliar se a empresa cumpre as normas ambientais. Embora a Proper Brands afirme utilizar filtros de carbono e sistemas avançados de purificação do ar, autoridades reconhecem que as reclamações persistem, e o tema seguirá em debate em reuniões do conselho municipal.




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