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,26/02/2026

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    Quebra de sigilo bancário do filho de Lula mira movimentações ligadas à World Cannabis

    Medida foi aprovada pela CPMI do INSS e investiga repasses mensais estimados em R$ 300 mil por meio de empresa de cannabis medicinal ligada ao “Careca do INSS”


    Quebra de sigilo bancário do filho de Lula mira movimentações ligadas à World Cannabis Investigadores apuram se Lulinha teria atuado como possível “sócio oculto” do “Careca do INSS” | Reprodução/Redes Sociais

    A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS aprovou nesta quinta-feira (26) a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha e filho do presidente. A decisão ocorre no âmbito das investigações sobre possíveis descontos irregulares aplicados a aposentados e pensionistas do instituto.

    O nome do empresário apareceu em menções reunidas pela Polícia Federal durante a apuração do esquema. Embora ainda não tenha sido alvo direto de operações policiais, parlamentares avaliaram que havia elementos suficientes para aprofundar a análise de suas movimentações financeiras.

    Suspeitas e fluxo de recursos

    De acordo com depoimento prestado à Polícia Federal por Edson Claro, ex-funcionário ligado ao advogado Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, Lulinha teria recebido repasses mensais estimados em R$ 300 mil. As autoridades investigam se parte desses valores teria sido operacionalizada por meio da empresa World Cannabis, hipótese que ainda está sob verificação.


    Careca do INSS em um plantação de maconha.

    A World Cannabis foi a principal empresa utilizada pelo “Careca do INSS” para movimentar recursos supostamente desviados do INSS (Foto: Reprodução/Portal Metrópoles) 


    Mensagens atribuídas a Antunes também mencionariam a necessidade de transferir valores ao “filho do rapaz”, no mesmo patamar financeiro citado no depoimento. Para investigadores, os elementos levantados indicariam a possibilidade de Lulinha atuar como um suposto “sócio oculto” do Careca do INSS, tese que permanece em análise.

    Defesa nega irregularidades

    Com a quebra de sigilo aprovada pela CPMI do INSS, a comissão poderá acessar extratos bancários, declarações de Imposto de Renda, contratos e demais registros financeiros do empresário. O objetivo dos parlamentares é identificar eventual compatibilidade entre as movimentações e os valores mencionados nas investigações.

    Em manifestações públicas, a defesa de Fábio Luís Lula da Silva nega qualquer irregularidade e afirma que ele não possui relação com o esquema investigado. Os advogados sustentam que as menções carecem de prova e dizem que o empresário está à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.




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